Novas tecnologias aplicadas à SST: inovações de valor





Data: 11/09/2018 / Fonte: Redação Revista Proteção/Raira Cardoso 

Inteligência artificial, realidade virtual e aumentada são apenas algumas das tecnologias utilizadas para aprimorar a Segurança e a Saúde no Trabalho nas empresas

Há algumas décadas, um dispositivo eletrônico que armazenasse as informações dos funcionários era apenas um sonho distante. Hoje, as tecnologias não só comportam os dados pertinentes à saúde e segurança dos colaboradores, mas também os riscos existentes nos ambientes laborais onde eles estão inseridos. Mais do que isso, a `máquina’ analisa essas informações por conta própria, apontando possíveis falhas e medidas preventivas. 

Esse é apenas um exemplo de como as evoluções tecnológicas têm impactado, não só na produtividade das empresas, mas na área de Segurança e Saúde no Trabalho. Seja por meio de inteligência artificial, realidade virtual e aumentada, wearables (tecnologia vestível), drones, entre outros, o fato é que, na medida em que vão sendo implantadas nas empresas, essas inovações têm mudado as relações de trabalho e as formas de se trabalhar. Durante esse período de transição, em que tudo é novidade, os profissionais do SESMT são desafiados a buscarem os conhecimentos necessários para a adoção dessas ferramentas de forma adequada, além de avaliarem se elas colaboram de fato para um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.
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Trabalhador pode contribuir para a atualização das Normas Regulamentadoras


Os acidentes de trabalho representam uma preocupação recorrente da sociedade. Os prejuízos à saúde dos profissionais podem ser imensuráveis. Não à toa, o Ministério do Trabalho dispõe de 36 Normas Regulamentadoras (NRs), que tem como objetivo garantir segurança e saúde ao trabalhador. O que muita gente não sabe é como essas normas são redigidas e se o local onde trabalha está de acordo com as regras. Mas é possível entender mais sobre o tema e até mesmo contribuir para a atualização das normas.
“O Ministério do Trabalho disponibiliza um e-mail para que os trabalhadores façam sugestões ou tirem dúvidas (normatizacao.sit@mte.gov.br). Os profissionais também podem procurar seus representantes, como sindicatos e federações. Todas as normas atualmente são redigidas em consonância com representantes de trabalhadores, governo e empregadores. Geralmente as decisões têm quase 100% de consenso. Atualmente, de 1980 de março, temos 25 comissões ou grupos de trabalho tripartites que tratam das normas já em vigor, bem como da criação de outros regulamentos ainda não existentes”, explica Elton Machado Costa, coordenador-geral de normatização do Ministério do Trabalho.
O coordenador destaca apenas que as sugestões precisam estar bem fundamentadas. Outra dica para o trabalhador é checar se o que ele vai sugerir não está contemplado em normas já existentes. “Muito do que é sugerido, já está normatizado. Falta às vezes um manual ou divulgação. Por isso, as sugestões também ajudam”, descreve.
Costa acrescenta que o Brasil é referência na elaboração de normas regulamentadoras e tem o reconhecimento da Organização Mundial do Trabalho (OIT), sendo o Brasil signatários da Convenção nº. 144, que aborda o processo tripartite para promoção e aplicação das normas.
 Sobre as Normas Regulamentadoras
 As Normas Regulamentadoras (NRs) – que regulamentam o capítulo da Consolidação das Leis de Trabalho (CLT), tratam das condições de saúde e segurança no trabalho. Elas preveem uma série de medidas de proteção e preservação da saúde do trabalhador brasileiro.
  • São constituídas a partir de discussões entre governo, representantes de trabalhadores e empregadores
  • Alguns setores que englobam números expressivos de trabalhadores possuem NRs específicas, como construção civil, combustíveis, rural, frigoríficos, portos, hospitalar, dentre outros.
  • As NRs completaram 40 anos em 2018.
  • Nos anos 1970, eram registrados aproximadamente um 1,4 milhão de acidentes do trabalho, contra 600 mil nos dias atuais.
  • Estima-se que foram evitados 8 milhões de acidentes e 48 mil mortes devido à redução das taxas de acidentes e adoecimentos em relação às da década de 1970.

Fonte : Ministerio do trabalho
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eSocial: a partir deste mês o uso é obrigatório para todas as empresa


A partir de 16 de julho, tornou-se obrigatório para todas as empresas à adesão ao eSocial. O sistema deve ser implementado para as atividades envolvendo o registro de informações dos empregados, além de situações eventuais como as férias e horas extras.
A obrigatoriedade já estava valendo desde o início do ano, quando foi determinado que as empresas com faturamento maior que R$ 78 milhões precisavam aplicar o eSocial.
De acordo com informações da Receita Federal, essa determinação atinge micro e pequenas empresas, além daquelas cadastradas no sistema MEI. Já o Governo Federal apontou que a previsão inicial é de que, com a implantação de eSocial, a arrecadação anual possa chegar a cifra de R$ 20 bilhões.
As entidades públicas o uso do sistemas será obrigatório a partir do dia 14 de janeiro de 2019.

Fonte : Revista CIPA
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Novos canais de comunicação da Fundacentro são criados para disseminar SST



Diferentes propostas de diversas áreas, com um único objetivo: divulgar a SST e aproximar os cidadãos junto à Fundacentro. Ao todo, serão três ferramentas de comunicação para um público diversificado que inclui estudantes de curso técnico, graduação, engenheiros, técnicos de segurança do trabalho, pesquisadores, profissionais da área de SST, sindicalistas e interessados.
Uma das ferramentas é o “Blog Editorial”. O blog tem como objetivo ser um suporte para auxiliar autores de livros, artigos e textos em geral, agilizando o trabalho editorial.
O processo  possui muitas etapas, que envolvem desde a preparação de textos originais, a adequação de linguagem ao público-alvo e sua revisão até a definição do projeto  como um todo, incluindo seleção do formato da publicação, tipos de fontes, imagens, etc, pois muitas vezes, os autores e colaboradores encontram dificuldades para alinhar essas etapas. “Nossa intenção é que possamos oferecer um aparato de apoio na redação, na revisão, mas que também facilite as trocas de informações entre o Serviço de Publicações e os autores, tornando o processo editorial mais redondo”, comentam Glaucia Fernandes e Karina Penariol, editoras do Serviço de Publicações da Fundacentro.
Ao acessar o blog “Ao Correr da Pena”, o leitor encontrará informações sobre língua portuguesa, design de publicações, dicas e curiosidades sobre o universo editorial e tags direcionadas aos diversos recursos utilizados em todo processo de elaboração de uma publicação.
O blog será atualizado com base em fatos do dia a dia de uma editora e na demanda dos autores. Vale destacar que o objetivo do blog não é expressar posicionamentos pessoais a respeito de quaisquer assuntos, mas apenas trazer temas meramente técnicos relativos ao universo editorial, orientações quanto à redação, design editorial, formatos de publicações, direitos autorais entre outros.
O atendimento será somente pelo Fale Conosco, disponível no blog, pelo qual o usuário enviará suas dúvidas e receberá a resposta no prazo de uma semana.
Podcast informativo
Outro canal de comunicação que será retomado é o podcast, arquivo digital de áudio (Rádio Web).
Produzido pelo Serviço de Recursos Instrucionais da Fundacentro, o novo podcast será um informativo que trará novidades e informações sobre prevenção em SST e o mundo do trabalho. A idéia é tornar o podcast dinâmico e alcançar diversos públicos com dicas e informações do que está acontecendo no mundo do trabalho.
De acordo com o Chefe do Serviço de Recursos Instrucionais, Clodoaldo Caetité de Novaes é importante retomar o podcast, já que esse tipo de informação tem um alcance diferente do texto escrito e muitas vezes o usuário necessita de uma informação breve, ou ouvir alguma dica sobre legislação, sobre o uso correto de um equipamento, ou até mesmo de publicações técnicas que auxiliem o profissional da área.
O podcast da Fundacentro terá nesse novo formato como locutora, a jornalista Débora Maria Santos da Assessoria de Comunicação. O roteiro e definição de pautas serão realizados pela equipe de jornalismo da instituição, submetido ao crivo da Comissão de Audiovisual.
A previsão é de que o podcast seja retomado ainda no primeiro semestre de 2018.
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Revisão da NR 18 tem alterações para melhorias em canteiros




Data: 19/04/2018 / Fonte: Ministério do Trabalho 

Brasília/DF - A segurança do trabalho nos ambientes de atividades laborais da indústria da construção civil ganhou reforço nesta quinta-feira (19), com a publicação da Portaria nº 261, do Ministério do Trabalho, no Diário Oficial da União. O texto altera um dos itens da Norma Regulamentadora nº 18 (NR-18), que trata das condições e do meio ambiente no setor. As mudanças abrangem principalmente as instalações elétricas provisórias dos canteiros. O objetivo é prevenir acidentes por choque elétrico, que, juntamente com quedas e soterramentos, concentram a maioria dos acidentes de trabalho no setor. 

A revisão da do item 18.21 da NR 18 começou a ser feita no ano passado, durante as reuniões técnicas do Comitê Permanente Nacional, que reúne representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, com atuação tripartite e atualmente coordenado pelo Ministério do Trabalho. "A alteração é um ganho para o trabalhador, pois torna o texto mais atualizado e de acordo com o atual cenário. Um dos destaques está na obrigatoriedade da instalação do dispositivo diferencial residual (DR) nas obras, já previsto na NR 10, mas que agora passa a ser obrigatório para a indústria da construção civil. Essa modificação será uma forte aliada na diminuição dos acidentes de trabalho", explica o auditor-fiscal do Trabalho no Pará Jomar Sousa Ferreira Lima, com base na experiência exitosa verificada nos canteiros de obra da Paraíba. 

Sobre a NR 18 - A norma faz referência aos procedimentos, dispositivos e atitudes a serem observados durante a execução das atividades em canteiros de obras. Os capítulos são dedicados à segurança do trabalho e incluem, entre outros, tópicos como armações de aço, demolição, instalações elétricas, equipamentos, andaimes e plataformas. 
A atualização da NR 18 ocorre em meio à Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho (Canpat) do Ministério do Trabalho. A edição 2018 trata da prevenção em todas as situações que envolvem o trabalho, mas tem dois focos principais: os adoecimentos e as quedas com diferença de nível. O objetivo é prevenir situações que vitimam os trabalhadores diariamente nos diversos setores da economia. A Canpat teve início em abril e segue até novembro.
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