Ergonomia hospitalar: rotina pesada



Data: 07/03/2018 / Fonte: Redação Revista Proteção/Raira Cardoso 

Assegurada pela Constituição da República Federativa do Brasil como um direito de todos, a saúde, em especial a qualidade do atendimento oferecido pelos estabelecimentos de saúde, é tema recorrente de discussões. Muito porque o mesmo texto coloca como responsabilidade do Estado garantir que esse direito seja, de fato, usufruído. No entanto, pouco ainda se discute sobre a saúde dos profissionais que atuam nos hospitais, dedicando seus esforços para o conforto e bem-estar da população.

Realizando suas atividades em um ambiente laboral extremamente complexo, esses colaboradores são expostos diariamente a fatores biológicos, físicos, químicos, psicossociais e ergonômicos, sendo este último responsável por muitos afastamentos no setor, principalmente em meio à equipe de enfermagem, devido à movimentação de pacientes. Além dos riscos biomecânicos, comuns também em outras áreas do hospital como higienização e nutrição, os colaboradores ainda passam por problemas de cunho organizacional, como as longas jornadas de trabalho e a pequena equipe disponível frente à grande demanda encontrada. Soma-se a isto a carga mental, que sujeita os profissionais a terem que lidar com o `peso’ do sofrimento e da morte. 

Nessa reportagem sobre ergonomia hospitalar apontamos quais são as principais dificuldades encontradas nesses ambientes laborais e como o desenvolvimento de uma visão voltada à Saúde e Segurança do Trabalho pode mudar essa situação. Algumas instituições que já começaram a trilhar o caminho da prevenção deram o seu depoimento à Proteção.

 
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